Daí eu paro e penso, quais as minhas paixões¿ (sim! esta tecla está assim, assado rsrs)
Nossas paixões não seriam coisas que construímos ou constituímos por aí¿ Creio que sim, eu citaria meus cães, minha família, meus amores e porque não meu trabalho¿
Procurava dia desses uma referência de um texto que traduzia a paixão como uma doença, enfatizando as paixões amorosas, não encontrei ainda a referência, mas a ideia não é de todo ruim, quando se está apaixonado por alguém (no caso) você (dependendo de você) se torna uma pessoa diferente, não pra bem, não! Certamente para pior, afinal pra quê se exige amor eterno se isso é sabido só acontece em contos de fadas¿ pra que ter ciúmes se o histórico de relacionamentos (no mundo) nos diz que “essas histórias não são bem assim”, que as aparências se apoderam de muitos, e que os problemas pessoais são fatores de problemas conjugais... Não há de entender que sentimento incontrolável é esse que faz uma pessoa se apoderar da vida da outra sem se aperceber (ainda falo das paixões amorosas), seria muito mais fácil entender que o outro é OUTRO, e aceitar que o vá, e que se quiser ficar... que fique! Doença dos diabos que sofro constantemente, tenho aprendido algo, vou exercitar um pouco mais! As outras paixões nos deixam presos também a elas, no meu caso por exemplo, meus cães, família e trabalho, parece que no final das contas esse sentimento de apego é até natural, afinal como não se apegar¿ não me parece humano o desapego, mesmo que alguns entendidos já tenham dito que alcançaram a felicidade com a busca do desapego. O fato é que me vejo preso a tudo isto aqui, quando na verdade seria muito mais leve viver sem essas amarras, sem deixar outros com as mesmas amarras.
A vida é isso, e depois não é mais, até que não é mais nada, tem tanta coisa pra se ver, para se conhecer, tanto a se explorar e nós nos preocupamos em nos prender!
Vamos nos libertar!
Prometo me esforçar!
Júlio Neto
Nova Mamoré 31/03/2016 às 05:00 AM (Bom Dia)
Nossas paixões não seriam coisas que construímos ou constituímos por aí¿ Creio que sim, eu citaria meus cães, minha família, meus amores e porque não meu trabalho¿
Procurava dia desses uma referência de um texto que traduzia a paixão como uma doença, enfatizando as paixões amorosas, não encontrei ainda a referência, mas a ideia não é de todo ruim, quando se está apaixonado por alguém (no caso) você (dependendo de você) se torna uma pessoa diferente, não pra bem, não! Certamente para pior, afinal pra quê se exige amor eterno se isso é sabido só acontece em contos de fadas¿ pra que ter ciúmes se o histórico de relacionamentos (no mundo) nos diz que “essas histórias não são bem assim”, que as aparências se apoderam de muitos, e que os problemas pessoais são fatores de problemas conjugais... Não há de entender que sentimento incontrolável é esse que faz uma pessoa se apoderar da vida da outra sem se aperceber (ainda falo das paixões amorosas), seria muito mais fácil entender que o outro é OUTRO, e aceitar que o vá, e que se quiser ficar... que fique! Doença dos diabos que sofro constantemente, tenho aprendido algo, vou exercitar um pouco mais! As outras paixões nos deixam presos também a elas, no meu caso por exemplo, meus cães, família e trabalho, parece que no final das contas esse sentimento de apego é até natural, afinal como não se apegar¿ não me parece humano o desapego, mesmo que alguns entendidos já tenham dito que alcançaram a felicidade com a busca do desapego. O fato é que me vejo preso a tudo isto aqui, quando na verdade seria muito mais leve viver sem essas amarras, sem deixar outros com as mesmas amarras.
A vida é isso, e depois não é mais, até que não é mais nada, tem tanta coisa pra se ver, para se conhecer, tanto a se explorar e nós nos preocupamos em nos prender!
Vamos nos libertar!
Prometo me esforçar!
Júlio Neto
Nova Mamoré 31/03/2016 às 05:00 AM (Bom Dia)

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